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Suzano fecha financiamento com o IFC |
A
Suzano Petroquímica anunciou a assinatura,
em 14 de dezembro, de um contrato de financiamento
de longo prazo no valor de US$ 200 milhões
com o IFC (International Finance Corporation), braço
privado do banco mundial.
Esse
contrato representa a última etapa da estruturação
financeira montada pela empresa em setembro de 2005
para aquisição do controle integral
da Polibrasil, em um segundo momento para a reestruturação
societária, que promoveu a incorporação
da Polibrasil em 30 de novembro de 2004, transformando
a Suzano Petroquímica em empresa operacional,
e também pelo financiamento parcial da expansão
de capacidade de produção de polipropileno
das unidades de Mauá (SP) e Duque de Caxias
(RJ) em 250 mil toneladas anuais, que permitirá
à Suzano Petroquímica atingir capacidade
de produção de 875 mil toneladas anuais
até 2008.
“A
Suzano Petroquímica tem sido um exemplo de
gestão moderna e empreendedora, primando por
melhores práticas de governança corporativa
e pela inserção no mercado de capitais,
atuando com transparência e com responsabilidade
socioambiental. O reconhecimento internacional das
práticas de governança corporativa da
companhia veio com a inclusão do caso Suzano
no livro “Estudos de Caso de Boa Governança
Corporativa”, patrocinado pela Organização
para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
(OCDE) e pelo IFC”, declara Sarah Kebet-Koulibali,
diretora-associada para a América Latina do
IFC e responsável pelo Brasil.
Para
João Nogueira Batista, vice-presidente da Suzano
Holding e diretor financeiro e de relações
com investidores da Suzano Petroquímica, “esse
financiamento é um aval à estratégia
de buscar a liderança nesse setor em bases
sustentáveis, uma vez que o compromisso que
assumimos com o mercado de capitais tem levado a uma
melhoria constante da percepção do nosso
risco, tornando possível, ao mesmo tempo, o
financiamento do crescimento da Suzano Petroquímica
e a redução do nosso custo de capital”.
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Brasil sedia 1º evento do Invest Plastic |
No
mês de outubro o Brasil foi palco de um grande
encontro, que reuniu empresários do setor petroquímico,
mercado financeiro e especialistas da London Metal
Exchange (LME) para debater a viabilidade de uma nova
opção de negociação de
resinas plásticas. O 1º Fórum Internacional
Plástico na Bolsa de Londres (Invest Plastic)
teve como objetivo permitir a compreensão dessa
nova estratégia que trabalha com o gerenciamento
de riscos por meio de uma proteção ao
investidor, contra oscilações e especulações
do mercado, vinculada a contratos de longo prazo.
Os
contratos de plásticos na LME oferecem ferramentas
para gerenciar a exposição à
volatilidade de preço. “Trata-se de uma
tendência que vem sendo discutida no mundo e
considerada mais uma opção de informação
e negociação”, afirma Mariângela
Guazelli, organizadora do evento e responsável
pela presença da LME no Brasil.
O
Invest Plastic busca ainda estimular agentes do segmento
petroquímico, presentes na América Latina,
a adotar essa prática como mais uma alternativa
de negócio. Atualmente, o portfólio
de investimentos é composto pelas resinas PEBDL
e PP, porém será ampliado para as demais
resinas da indústria petroquímica em
breve.
A
escola do Brasil como sede do Invest Plastic ocorre
por causa da sua posição de líder
latino-americano e oitavo maior produtor petroquímico
no mundo. Composto por quatro painéis, o Invest
Plastic contou com a apresentação “Produtividade
e Competitividade da Indústria do Plástico”,
feita por Luiz Mendonça, presidente o INP.
Em seguida, o professor do Ibemec e especialista em
bolsa de mercadoria e futuro, Rodrigo Rasga, fez uma
explanação detalhada de como funciona
o processo de negociação de resina em
bolsa.
O
evento também contou com a participação
do consultor e especialista na área tributária
de bolsa de mercadoria e futuro, Sandro Rodrigues,
que mostrou ao público presente todos os aspectos
legais e tributários dessa modalidade de negociação.
Em seguida, Jeremy Golwyn, porta-voz da empresa Sucden
(do Reino Unido), analisou todos os aspectos da negociação
de plásticos na bolsa, desde seu início
em maio de 2005, abordando números de contratos
concluídos e tendências. O ciclo de palestras
foi encerrado pelo consultor Evandro Soares, que mediou
as discussões entre os conferencistas e o público
participante. |
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Bayer lança prêmio |
A
Bayer MaterialScience, uma divisão do Grupo
Bayer, lançou no mês de novembro, durante
o 8º Congresso Brasileiro de Polímeros
em Águas de Lindóia (SP), o Bayer MaterialScience
Latin América Innovation Prize. A iniciativa
inédita premiará as melhores idéias
da comunidade acadêmica latino-americana sobre
os produtos da empresa ou seus processos de produção.
“O
objetivo é buscar soluções inovadoras
capazes de melhorar a qualidade de vida e mostrar
que a empresa está presente no dia-a-dia das
pessoas", afirma Armin Burmeister, presidente
da divisão MaterialScience para a América
Latina e porta-voz do Grupo Bayer no Brasil.
O
prêmio está alinhado com o conceito VisionWorks,
por meio do qual a Bayer MaterialScience mostra que
não só desenvolve produtos ou aplicações
globais, mas também é referência
para mercados do futuro. VisionWorks representa o
know-how que a Bayer MaterialScience desenvolve materiais
e busca soluções para tornar as visões
de seus clientes em realidade.
Os
professores, estudantes universitários e alunos
de pós-graduação que tenham estudo
ou pesquisa nas áreas de química, química
de polímeros e macromolecular, engenharia química,
ciência de materiais ou áreas similares
poderão se inscrever no Bayer MaterialScience
Latin América Innovation Prize.
Os
trabalhos, que devem ter até 15 páginas,
serão avaliados de acordo com os seguintes
critérios: excelência do conteúdo
e do material; singularidade ou inovação,
mostrando originalidade; relevância aos tópicos;
clareza, objetividade e facilidade de entendimento;
possibilidade de execução da idéia;
e relevância para os produtos da Bayer MaterialScience.
Os
trabalhos podem ser enviados até 1º de
novembro de 2006, por meio do site www.bayer-innovationprize.com.br.
As três melhores idéias serão
premiadas. O primeiro colocado receberá R$
30 mil; o segundo, R$ 20 mil; e o terceiro, R$ 10
mil. A cerimônia de premiação
será realizada em abril de 2007 durante a BrasilPlast
(Feira Internacional da Indústria do Plástico)
em São Paulo.
Outro
fato inédito da Bayer MaterialScience é
sobre seu faturamento global, que em 2005 deverá
ficar acima de 10 bilhões de euros. Essa previsão
é feita com base nos resultados do primeiro
semestre, quando as vendas mundiais tiveram um aumento
significativo até 33% em relação
ao mesmo período de 2004, chegando a 5 bilhões
e 278 milhões de euros.
Na
América Latina, as vendas também ficaram
acima da expectativa, chegando a US$ 202 milhões
no primeiro semestre de 2005. No acumulado até
o mês de junho, a Bayer MaterialScience chegou
a ter 48% acima do mesmo período do ano passado.
O Brasil foi responsável por cerca de 55% do
faturamento de toda região, seguido pelo Grupo
Andina/Centro, com aproximadamente 30%, e ConeSul,
com 15%.
“Para
nós o desenvolvimento do negócio da
Bayer MaterialScience é resultado da qualidade
e da inovação dos materiais que oferecemos
e do empenho de nossos colaboradores. Nós já
estamos entre os líderes de mercado, mas queremos
alcançar a liderança absoluta nos nossos
principais segmentos”, declara Burmeister. |
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Petroflex planeja novos projetos |
A
Petroflex, fabricante de borracha sintética
na América Latina, com escritórios na
Holanda, China, Estados Unidos e Brasil (SP), e centros
de abastecimento na Itália e Venezuela, realizou
no mês de novembro um evento no Hotel Hilton,
em São Paulo, onde foi apresentada a terceira
onda de sua internacionalização e o
lançamento do livro “Technology The Brazilian
Truth”, sobre comércio exterior. O diretor
comercial Wanderlei Passarella ainda revelou os próximos
passos da empresa no mundo.
O
posicionamento da Petroflex nos próximos anos
seguirá as diretrizes do planejamento estratégico
para o período de 2003 a 2007. Dessa forma,
três projetos corporativos serão implementados:
tradução de criação de
valor, atuação diferenciada nos mercados
interno e externo e excelência operacional.
A
Petroflex investe permanentemente em pesquisa e desenvolvimento
de novos produtos e processos, sempre com a atenção
voltada aos clientes e às necessidades do mercado.
A área industrial participa ainda da interação
socioeconômica e ambiental com as comunidades
vizinhas aos seus parques industriais, por intermédio
de diversas ações sociais.
Outra
iniciativa da Petroflex é o desenvolvimento
de uma série de projetos voltados para preservação
ambiental e melhoria da qualidade de vida de seus
funcionários e da comunidade local. No total,
são 20 projetos, desenvolvidos em localidades
próximas de suas três unidades fabris.
Em sua maioria, as ações são
elaboradas em parceria com organizações
não-governamentais, associações
de moradores, universidades e órgãos
como o Sesi/Senai.
A
empresa anuncia também a mudança da
localização de sua sede para o Centro
Empresarial Mario Henrique Simonsen, na Barra da Tijuca,
proporcionando maior conforto e acesso a uma moderna
infra-estrutura tecnológica para seus funcionários,
clientes e fornecedores. A partir de janeiro de 2006,
as gerências comerciais e a área de marketing
passam a funcionar no seguinte endereço: Avenida
das Américas nº 3.434 bloco 7 - 2º
andar, Barra da Tijuca (RJ). Já o departamento
de suprimento e compras da Petroflex permanece em
Duque de Caxias. |
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Distribuição comemora conquistas |
No
último dia 8 de dezembro foi realizado o jantar
de confraternização da Associquim-Sincoquim
(Associação Brasileira dos Distribuidores
de Produtos Químicos e Petroquímicos
e Sindicato do Comércio Atacadista de Produtos
Químicos e Petroquímicos), no Buffet
França, em São Paulo. Na ocasião,
foram destacadas as conquistas do setor neste ano,
entre elas a reforma da sede da entidade, terminada
recentemente, e o aumento das empresas certificadas
pelo Programa de Distribuição Responsável
(Prodir). Além disso, foram entregues prêmios
às associadas mais antigas: Akzo Nobel, por
data de fundação; e D W Albanese, por
data de filiação.
Rubens
Medrano, presidente da Associquim-Sincoquim, destacou
que o setor obteve ganhos importantes em 2005, contabilizando
33 empresas certificadas pelo Prodir, com um total
de 79 sites auditados. Por outro lado, Medrano adiantou
que o setor deverá ter faturamento em dólar
maior neste ano, principalmente pelo desempenho das
exportações e pelos ganhos de produtividade
das empresas. |
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Abiplast
entrega prêmios e revela queda de 3% no faturamento
em 2005 |
Com
a presença de aproximadamente 350 pessoas,
foi realizado o jantar do XXII Encontro Nacional do
Plástico, organizado pela Associação
Brasileira da Indústria do Plástico
(Abiplast), que contou também com a entrega
do Troféu Dílson Domingos Funaro. Este
ano os homenageados foram: José de Santa Rita
Vaz, diretor da BASF, na categoria resinas; José
da Rocha Pinto, membro do conselho da M. Agostini,
na categoria transformação de material
plástico; e ainda Jorge Lakatos, diretor da
Eletro-Forming, na categoria máquinas e equipamentos.
Em
sua saudação aos convidados, Merheg
Cachum, presidente da Abiplast, fez duras críticas
à condução da política
econômica do governo federal. Ele responsabilizou
as elevadas taxas de juros e a depreciação
cambial por um desempenho não tão satisfatório
da indústria do plástico. Em razão
da queda no consumo, a entidade trabalha com uma perspectiva
de queda de 2,94% no faturamento total do setor, que
somará R$ 39,25 bilhões. Em dólar,
a receita apresentará crescimento de 19,56%
e atingirá US$ 15,74 bilhões. Para Cachum
esse número é enganoso e não
serve como referência, já que o preço
das matérias-primas subiu muito. As exportações
totalizarão US$ 960 milhões, montante
21% maior que os US$ 793 milhões de 2004.
De
acordo com dados da Abiplast, o que provocou o recuo
na receita do setor foi um declínio no consumo
aparente nacional de plástico (produção
mais importações menos as exportações).
Em 2005 ele totalizará 4,22 milhões
de toneladas, 1,35% menor em relação
a 2004, (4,27 milhões de toneladas). Também
o consumo per capita de plástico diminuirá
4,08% neste ano, recuando dos 23,61 quilos por habitante
em 2004 para 22,65 quilos neste ano.
No
início do ano, a Abiplast previa um crescimento
entre 5% e 6% do consumo aparente de produtos plásticos
transformados. Segundo levantamentos da entidade,
os segmentos da indústria de saneamento básico
e construção civil foram os que mais
diminuíram seu consumo. Para Cachum, a razão
do declínio no consumo dessas áreas
está na falta de investimentos do governo.
“A economia de um modo geral foi problemática.
Foi um ano difícil, tanto que o PIB vai crescer
só 2,5%”, afirma. |
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10º
Enaiq reúne mais de 500 em São Paulo |
Mais
de 500 pessoas, entre investidores e profissionais
da indústria química, participaram do
10º Encontro Anual da Indústria Química,
realizado dia 9 de dezembro. A apresentação
do encontro ficou a cargo da jornalista Ana Paula
Padrão, que entrevistou dirigentes e executivos
da indústria química, de segmentos do
setor e coordenou o debate com os presidentes das
associações que representam a indústria
têxtil, o setor de agribusiness, a indústria
eletroeletrônica e os transformadores de plásticos.
Também foram apresentados dados referentes
ao desempenho do setor em 2005 e debatidas as perspectivas
da indústria química e de segmentos
industriais consumidores de produtos químicos
para o próximo ano.
O
vice-presidente do conselho diretor e coordenador
da comissão de economia da Abiquim, José
Mascarenhas, analisou o desempenho do segmento de
produtos químicos industriais em 2005. O faturamento
do segmento chegará a US$ 40 bilhões
este ano, com crescimento de 2,1% em reais e de 21,2%
em dólares. Para Mascarenhas, a variação
cambial teve forte influência sobre os resultados
do setor em 2005.
José
Ricardo Roriz Coelho, coordenador da Coplast –
Comissão Setorial de Resinas Termoplásticas
da Abiquim, ao analisar o desempenho do segmento em
2005, destacou que o consumo aparente crescerá
apenas 1,6% no ano. Ele atribuiu o resultado ao alto
crescimento do setor em 2004, ao excesso de estoques
no primeiro semestre e ao aumento dos preços
das matérias-primas. Roriz ressaltou que o
programa Export Plastic elevou em 100% as exportações
de produtos plásticos transformados.
Em
2005, o faturamento do segmento de higiene pessoal,
perfumaria e cosméticos cresceu 40,6% em dólares
e 15,4% em reais. Já o segmento de defensivos
agrícolas teve queda no faturamento de 18%
em dólares e de 31% em reais.
A
indústria química brasileira terá
um faturamento em torno de US$ 70 bilhões este
ano, com crescimento de 15,8% em dólares e
queda de 2,7% em reais, na comparação
com 2004. As exportações brasileiras
de produtos químicos deverão alcançar
US$ 7,5 bilhões este ano e as importações
ficarão próximas a US$ 15,5 bilhões.
Ainda
durante o evento, o presidente da Associação
Brasileira do Agribusiness, Carlos Lovatelli, o presidente
executivo da Associação Brasileira de
Plásticos, Merheg Cachum, o presidente da Associação
Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos,
Paulo Saab, o presidente da Associação
Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção,
Josué Gomes da Silva, e o presidente do conselho
diretor da Abiquim, Carlos Mariani Bittencourt, analisaram
o cenário econômico previsto para o próximo
ano.
A
Abiquim fez a entrega do Prêmio Abiquim de Exportação
às empresas que se destacaram no mercado exterior:
BASF, Braskem, Copesul, Dow Brasil, Ipiranga Petroquímica,
Monsanto, Oxiteno, Petroflex e Rhodia Poliamida conquistaram
o Prêmio Abiquim de Exportação
na categoria Clube dos Grandes Exportadores, por terem
exportado mais de US$ 100 milhões. Já
a Gelita do Brasil ganhou o prêmio na categoria
Destaque Exportador por ter registrado a maior participação
em vendas externas no seu faturamento, e a Petroquímica
União conquistou o prêmio na categoria
Empenho Exportador por ter realizado o maior incremento
de vendas externas.
Já
o Prêmio de Tecnologia, entregue pelo ministro
Sergio Rezende, da Ciência e Tecnologia, e pelo
coordenador da com issão de tecnologia da Abiquim,
Kurt Politzer, foi para a Braskem, vencedora pelo
segundo ano consecutivo na categoria Empresa. A Electrosolution
Arruda e Bertazzoli ganhou o prêmio na categoria
Empresa Nascente, e Fernando Galembeck e João
de Brito foram os vencedores na categoria Pesquisador.
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Segurança
no transporte é tema de congresso inédito |
A
Clorosur (Associação Latino-Americana
da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados),
a Abiclor (Associação Brasileira de
Álcalis, Cloro e Derivados), e o Sindicato
Nacional da Indústria de Álcalis reuniram
cerca de 200 profissionais do setor no I Congresso
Latino-Americano de Transporte de Cloro-Álcalis
e Derivados, que aconteceu em 22 de outubro, em São
Paulo, simultaneamente ao VIII Encontro de Transporte
de Cloro-Álcalis e Derivados. O objetivo do
encontro foi trocar experiências, melhorar técnicas
e procedimentos, discutir normas e regulamentações
para aprimorar a segurança no transporte de
produtos da indústria de cloro. Além
dos principais executivos brasileiros, o evento contou
também com a participação de
representantes da América do Norte (Frank Reiner,
vice-presidente de transporte e armazenagem do Chlorine
Institute) e da Europa (Jean Pol Debelle, diretor
técnico da Eurochlor).

“Encontros
como esse são de fundamental importância;
afinal, todos os conceitos que contribuam com o crescimento
sustentável do mundo, como respeito ao ambiente,
responsabilidade social e, no nosso caso, segurança
no transporte, precisam ser debatidos”, afirmou
Carlos Alberto Tieghi, presidente da Abiclor. A dimensão
do setor e a quase onipresença do cloro e de
seus derivados no cotidiano das pessoas são
outros fatores que justificam um espaço democrático
para o intercâmbio de experiências. Os
insumos estão presentes na produção
de papel, celulose, cosméticos e na composição
de 85% dos medicamentos. Além disso, o cloro
é imprescindível para o tratamento de
água em todo o mundo e está presente,
direta ou indiretamente, em 50% da produção
química mundial, conforme ressaltou Arthur
César Whitaker de Carvalho, presidente da Carbocloro
S/A Indústrias Químicas. |
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| Sumário |
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