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Suzano Petroquímica ganha PNQ e inicia expansão |
A
Suzano Petroquímica inicia a primeira
fase de expansão de sua unidade industrial
em Mauá (SP), que está em funcionamento
desde 1978 e é considerada hoje a mais moderna
do mundo em tecnologia e produção. A
companhia, líder no mercado de polipropileno
na América Latina, acaba de firmar contratos
de licenciamento de tecnologia para as duas fases
do projeto. A primeira, que tem previsão para
conclusão em 2006, garantirá a ampliação
da capacidade produtiva de 300 mil toneladas para
360 mil toneladas. Já a segunda fase aumentará
de 360 mil para 450 mil toneladas a capacidade produtiva,
até 2007.
A
Suzano Petroquímica também conquistou
da FNQ (Fundação Nacional de Qualidade)
o Prêmio Nacional de Qualidade 2005, reconhecimento
conferido às companhias que trabalham na busca
permanente da excelência na gestão. “Trata-se
de importante reconhecimento de nossas práticas,
baseadas em uma política de trabalho que prioriza
a inovação, o crescimento, a rentabilidade
e a sustentabilidade”, afirmou José Ricardo
Roriz Coelho (foto), superintendente da Unidade de
Polipropileno da companhia.
Outro
prêmio que a companhia recebeu foi o Hall of
Fame Award, concedido pela consultora americana BScol
(Balanced Scorecard Colaborative). O motivo que conferiu
à Suzano Petroquímica o prêmio
foi o seu diferencial na aplicação efetiva
de uma ferramenta chamada BSC (Balanced Scorecard),
a qual é um modelo de gestão que auxilia
as organizações a traduzir estratégias
em objetivos operacionais que direcionam comportamentos
e performance. |
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Degussa
incrementará produção de H2O2 |
A
Degussa acaba de confirmar o seu plano para aumentar
a capacidade de produção de peróxido
de hidrogênio (H2O2) no Brasil para 100 mil
toneladas por ano, o que dobra a capacidade atual.
A expansão será realizada em duas etapas:
a primeira, já em andamento, envolve a expansão
de sua fábrica em Barra do Riacho (ES) para
70 mil toneladas anuais, com a utilização
de uma tecnologia própria da Degussa que permite
aumentar a produtividade da solução
de trabalho.
A
segunda etapa, prevista para ser implementada pouco
depois, consiste na construção de uma
segunda linha de produção, com capacidade
anual inicial de 30 mil toneladas. Essa capacidade
poderá ser elevada com pequenos investimentos
adicionais. Além da expansão da sua
capacidade produtiva, a Degussa também investe
fortemente na logística. A fábrica em
Barra do Riacho é a única de H2O2 na
América do Sul que tem acesso aos três
principais meios de transporte: rodoviário,
ferroviário e marítimo. |
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PNQ
e nova pastilhadora na PQU |
A unidade de negócios Unilene, da Petroquímica
União (PQU) tem como grande destaque a nova
pastilhadora, que entrará em funcionamento
no início de 2006. Resultado de investimentos
de R$ 10 milhões, o sistema que compreende
o equipamento ocupará um prédio de dois
andares, totalmente novo. Além da pastilhadora,
o sistema contará com ensilagem, pesagem, ensacamento
e rotulagem e elevará a capacidade da PQU de
16 mil toneladas anuais para 22 mil toneladas/ano.
“Também atuamos na questão de
proteção ambiental, com um sistema de
tratamento de gases, e na parte de ergonomia, já
que o operador encarregado do ensacamento contará
com equipamentos que darão melhores condições
nesse sentido”, comemora Roberto Ricardo de
Mattos Arruda, gerente da unidade de negócios
Unilene. Outro ganho apontado por Arruda diz respeito
ao cabeçote da máquina, em formato de
cilindro, que faz o gotejamento da resina em formato
de pérolas, permitindo menor geração
de pó, melhor manuseio pelo cliente e não
apresentando aglomeração, apesar do
alto taque do produto.
Além
disso, a PQU foi outra empresa do segmento petroquímico
que conquistou o PNQ neste ano. De acordo com o diretor-superintendente,
Wilson Matsumoto, o prêmio é um novo
marco na história da PQU que adotou, em 2001,
um novo modelo de gestão, denominado PQU+Você,
segundo os critérios de excelência da
FNQ, visando sua sustentabilidade em um mercado cada
vez mais competitivo e exigente.
Para
alcançar esse objetivo de excelência
e sustentabilidade, a empresa passou a disseminar,
interna e externamente, sua identidade - missão,
visão e valores, e a cultura da excelência.
A gestão integrada por objetivos estratégicos,
com metas e indicadores bem definidos permitiu identificar
focos de melhoria que resultou, já em 2004,
na obtenção de certificação
integrada nas normas ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001
e SA 8000 além do Troféu Governador
do Estado concedido pelo Instituto Paulista de Excelência
da Gestão. |
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Braskem
amplia oferta de PVC e investe em isopreno |
A
Braskem concluiu a ampliação da capacidade
de sua fábrica de PVC no pólo cloro-químico
de Alagoas em 50 mil toneladas por ano, que representam
25% da sua atual capacidade, com investimentos da
ordem de R$ 95 milhões. Na Bahia, está
investindo R$ 77 milhões na ampliação
da capacidade de isopreno em sua Unidade de Insumos
Básicos.
A
expansão em Alagoas foi concluída dentro
de prazo e custos previstos, o que demonstra a capacidade
da empresa em implementar seus projetos de acordo
com o cronograma previamente definido. O investimento
reflete a confiança da Braskem no crescimento
do mercado de PVC. “Acreditamos na evolução
positiva da demanda por PVC no País, que deverá
receber um grande impulso com a retomada dos setores
da construção civil e saneamento público”,
comenta Roberto Simões, vice-presidente da
Unidade de Vinílicos da empresa.
Com
relação à ampliação,
Simões destaca que o uso de tecnologia própria
teve impacto positivo importante na competitividade
do investimento feito no projeto. A tecnologia empregada,
que consiste na utilização de condensadores
de refluxo no processo de polimerização
da resina, proporcionou à companhia o prêmio
Finep de Inovação e Tecnologia em 2001.
“Esse desenvolvimento reafirma a autonomia tecnológica
como um dos focos estratégicos da Braskem e
demonstra seu compromisso com a melhoria da competitividade
da cadeia petroquímica e dos plásticos
no país”, afirma o executivo.
Com
a expansão, a Braskem reforça sua liderança
no mercado de PVC, onde detém 59% de participação,
e alcança uma capacidade total de produção
dessa resina de 515 mil t/ano. “Para desenvolver
ainda mais esse mercado, a empresa está reforçando
sua estratégia de desenvolver outras resinas
de PVC para novas aplicações, com o
objetivo de aumentar sua competitividade”, conclui
Simões.
Já
o isopreno é utilizado principalmente para
a produção de adesivos especiais, para
a fabricação de materiais de escritório,
fraldas descartáveis, aglomerados industriais
e fitas adesivas, entre outros produtos. O prazo para
a conclusão da expansão está
previsto para final de 2006.
O
isopreno da Braskem, única fabricante desse
produto no Brasil, tem altíssima pureza e baixa
disponibilidade no mercado internacional. ”A
escassez no mercado e a elevada qualidade do isopreno
o tornam um dos produtos de maior valor agregado da
Braskem”, destaca Bernardo Gradin, vice-presidente
responsável pela Unidade de Insumos Básicos
da Braskem.
A
ampliação da capacidade, que passará
das atuais 18 mil t/ano para 26,5 mil t/ano até
o final de 2006, representará aumento na produção
de aproximadamente 50%. A taxa interna de retorno
do projeto é de 49%, o que demonstra sua alta
rentabilidade. |
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